Recordações de realidade ou ilusão criada... quinta-feira, 21 de junho de 2012
Sem nome, pt 1
Recordações de realidade ou ilusão criada... sábado, 24 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Terapia do Nada

A minha essência perdeu-se no atropelamento de acontecimentos que não consegui digerir... Então agora... Nada! Busco o Nada!... Até breve... Que no Nada me encontre, e que esse eu saiba finalmente o que fazer com as palavras que me saltitam na cabeça como pipocas...
Até!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Refresh

Nem sempre as palavras surgem quando queremos
Nem sempre nos aliviam como desejamos
Nem sempre entendemos as razões e os porquês
Nem sempre sabemos onde estamos
Nem sempre entendemos...
Para onde seguir
O que procurar
O que iludir,
Quando se quer sentir,
E o que encontrar,
Sem saber onde chegar?
Paragens curtas, médias ou longas...
Na expectativa de novos encontros
Que ganham sempre forma de cicatrizes
Que juntas já parecem monstros
De uma ilustração infantil por desenhar...
Não há outro remédio senão re-erguer,
Olhar em frente, mesmo sem saber
O que está por detrás da montanha
Orando para que seja a esperada chegada
... À paz!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Asas

Onde estão as asas da fé
Que perdi na estrada que percorri
Para alcançar…
O não sei o quê que sempre me está a faltar…
…
Onde estão?
Porque não gritaram para eu as ouvir?
Porque na excitação da viagem
Não me dei conta de as perder…
Que culpa sinto a crescer
Em vez de lutar para a diminuir…
Ela consome-me a perguntar
Onde está? Porque a deixaste?
Agora não és nada…
Não consegues voar
Nem sentada nesse sofá…
E os sonhos se transformam em pó
Que o vento leva sem piedade nem dó…
Que é de mim agora… sem poder alcançar
Caminhos que só as minhas asas conhecem...
Em quem mais posso confiar? ...
domingo, 24 de julho de 2011
Ausência

Na ausência das palavras
Procurei-me encontrar
Porque nelas tropeçava
Cada vez que tentava criar,
Já sem fazer qualquer sentido…
Encontrei-me?
Talvez me tenha perdido mais
Na falta de beleza dos dias
Sem as palavras…
Mas dói a ausência de talento
Para vos colocar a brilhar…
Oh talento perdido,
Ou nunca achado
… só iludido…
Deixas-me só… abandonada
Sem rumo, nem sonho
Porque sem ti me sinto nada
E o nada… não passa disso mesmo…
Nada!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
12 Março 2011
Porque sim
Porque não
Porque talvez...
Um brinde ao nada
Ao tudo!...
Ao nada que é tudo
E ao tudo que não é nada...
Um brinde pela natureza
Pelos sorrisos
Pelas pessoas
Pelo mar
Pela terra
Pelos animais
...
Um brinde pela beleza
Que se consegue alcançar...
Um brinde pela que se busca
Incansavelmente sem lhe chegar...
Um binde às oportunidades
Mesmo quando estamos de olhos fechados
E as vemos a passar...
Sem as enchergar...
Um brinde...
A um sem fim de coisas
Que não cabem
Num poema deserto
... De sentido!
Porque mais que brindar
... ao sentir
Brindamos ao viver...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Não sei

Saltitam emoções
A mais...
Rodam reações
Por explicar...
Pintam-se quadros sem cor
No escuro de um lugar
Encontrado sem intenção...
Brinda-se a não sei o quê
Sem qualquer razão...
...
Busca-se encontrar
o não sei o quê
Por não sei onde
Para levar não sei como...
E as batidas do coração
São como palavras por decifrar
Que dariam as respostas sábias
Às perguntas que não se sabe perguntar...
sábado, 4 de setembro de 2010
Um momento...
Deixo a alma vaguear
Para longe desta região
Onde consigo respirar
Puro ar de encantar
Numa paisagem subliminar
Onde a natureza é infinita…
Sons de pássaros a gozar liberdade
Sons de água que se movimenta com sentido
Sons de sorrisos em qualquer idade,
Sorrisos sinceros de alegria e felicidade…
De dia gosto de admirar
O sol… Perfeito…
O céu… As nuvens…
Perfeitas…
De noite, se vai o dia
E o calor que sentia
Transformar em arrepiar
A inspiradora escuridão
Onde a beleza está no teu olhar
No teu coração…
Onde a lua se transforma
Cada noite como quiser
Num espectáculo raro
… De beleza!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O grito da liberdade
Acorrentados a tudo
Menos ao que queremos fazer,
Presos nas vontades dos outros
Limitados ao que nos permitem ver…
Não podemos sentir
Sonhar, querer…
Que fará fazer…
“É isto que quero para mim?”
Não queremos a prisão
Por mais que a rotulem de livre
Porque liberdade é voar sem razão
É sentir sem amarras nem limitação…
Porque a voz interior não é a voz dos outros
Não é a voz de alguém exterior
É a nossa voz mais sincera
Oposta a qualquer símbolo opressor!
Grita, sente, vive
Sejamos o presente no presente
Num presente único e especial…
Só nosso, individual
Para um momento de felicidade total!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Remember me
Mesmo que não vivida
Corrói cada célula
De desespero…
Numa vida perdida
Mesmo que jamais esquecida…
Lembra a festa de viver
Que devíamos celebrar diariamente
Porque não sabemos o último momento
Que podemos ter com alguém….
E deixamos um abraço para depois
Um beijo para amanha
Um encontro para um dia destes…
Lamento…
Um dia destes pode nunca chegar…
Não nos pode consumir
O medo de perder…
Mas aprender com ele a ouvir
A valorizar as pessoas especiais
Que passam na nossa vida e deixamos partir…
Sem dizer…
As palavras que queríamos…
Os sentimentos que sentimos…
A saudade…
Quantas vezes nos impedimos
De ser, simplesmente,
Felizes…
Quantas vezes tentamos desesperadamente
Soltar as amarras de algumas pessoas que nos sufocam
De situações que nos matam lentamente
E acabamos cedendo á imposição
Por fraqueza…
Não existe luta mais válida
Que a luta pela própria liberdade
Ate ao último fôlego
Da minha própria verdade!
Just… Remember me!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Assim é o Verão...

Temperatura elevada
Em oposição á leveza do ânimo
Que desliza suavemente
Por entre uma multidão…
Outrora impaciente!
O céu fica limpo,
Nas casas abrem-se portas e janelas
Os sorrisos tratam de se vestir
Começando a enfeitar o coração
Para não destoar da decoração
Esboçada perfeitamente…
Assim é o verão
De sonhos a voar
Procurando sentir
Um mundo de equilíbrio e perfeição!
Respiremos esta estação…
Levemos este estado de alma
Para a nova estação a entrar
E veremos como a sensação
Se pode prolongar…
Se pode intensificar…
Numa verdade vivida
… E transmitida!
Em sorrisos!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
SEDA | Irreal Social
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Ideias saltitantes

Saltitam ideias, pensamentos
Imagens que entram e voltam a sair
Sem conseguir atribuir
Qualquer significação…
Gemem de ansiedade
E enchem-se de lamentos
Todos os poros de inspiração
Que querem explodir
De êxtase e libertação
Mas não ousam conhecer
O rastilho para tamanha fusão…
Fusão do tudo e nada
Do vazio e completo
Que parece a maior confusão
No meio do mais sereno ser…
Vagueia-se então em alto mar
Sem norte, nem tripulação…
Sem meta, destino… parecer…
Como condenado inocente
Com a sentença de morte…
A cada amanhecer…
Mas a cada momento
Uma luz brota na escuridão
E mostra sem lamento
Um sorriso puro e inocente
Como porta de saída
Para poder espalhar
A todo o mundo
A felicidade que não está de partida
Que se pode instalar
… Permanentemente!
Então arregaço as mangas para lutar
E a sorrir encantar
Gritando ao mundo desenfreadamente
Que estou finalmente feliz
Porque descobri novas formas de amar…
O mundo!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Não espere!

Não espere por um sorriso para ser gentil…
Não espere ser amado para amar…
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado…
Não espere pela doença para reconhecer quão frágil é a Vida…
Não espere pela dor para acreditar na Oração…
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante para si…
Não espere pelo melhor emprego para começar a trabalhar…
Não espere pela separação para procurar a reconciliação…
Não espere pela queda para se lembrar do conselho…
Não espere elogios para acreditar em si mesmo…
Não espere ter dinheiro aos montes para depois contribuir…
Não espere por pessoas perfeitas para depois se apaixonar…
Não espere por a mágoa para depois pedir perdão…
Não espere por o dia da sua morte sem antes…
ACREDITAR NA VIDA.
Autor desconhecido
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Carta dos Direitos das Crianças a brincar
CARTA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS A BRINCAR Por Eduardo Sá in Porto Editora
1.As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr «brincar» a rimar «aprender»). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais.
Brincar só ao fim – de – semana: é pôr uma agenda no lugar do coração.
2.As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos os deveres.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula «primeiro, fazes os deveres, e depois brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.
3.As crianças têm o direito a unir brincar com aprender.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga o que se sente com aquilo que se aprende. Quem não brinca, falseia, ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!
4.As crianças têm o direito a não saber brincar.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: Inventa-se, descobre-se, deslinda-se, ou desvenda-se. Brincar é confiar: No desconhecido, no que se brinca e com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.
5.As crianças têm o direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar.
Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos e com o que entendam, por mais que não sejam objectos convencionados para brincar.
Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos a mais brinca-se de menos.
6.As crianças têm direito a desarrumar todos os brinquedos.
(e a arruma-los, de seguida, com um toque… pessoal).
Tem direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, os mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.
7.As crianças têm direito a brincar para sempre.
A infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, Que não há crianças se não houver brincar.
Fonte:
http://mozvoz.blogspot.com/2008/05/carta-dos.html
terça-feira, 1 de junho de 2010
Semana da Criança: Uma comemoração mágica!

Era uma vez um dia muito especial, tão especial que todo o mundo se unia em força para conseguir despertar e manter o sorriso de todas as crianças; das que o são agora e de todas as crianças que mantemos vivas, nestes corpos físicos, rotulados de adultos.
Neste dia brilhante, o planeta Saber & Sorrir descobriu que tinha um tesouro por explorar, uma deliciosa casa de dois pisos, geometricamente semelhante a uma casa das histórias de encantar. Como o nome indica, o exterior salientava-se pela cor amarela, como se de um girassol, realmente, se tratasse. No interior dessa casa mágica viviam umas crianças únicas e especiais que numa soma de minutos contados transformaram sensações infinitas de partilha, diversão, conhecimentos, gargalhadas e sorrisos… Muitos sorrisos!
Os habitantes do Saber & Sorrir tornaram-se mais sábios, mais alegres e mais inspirados com toda a ternura, pureza e alegria que respiraram na casa mágica e nunca vão esquecer estas crianças tão especiais e responsáveis por momentos tão enriquecedores.
Não, este tesouro não é um tesouro escondido nem para esconder, chama-se Girassol e existe na Rua D. João Castro, 115 em Miramar e podem contactar com ele através do geral@girassol.com.pt ou 227 627 637.

