sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Carta dos Direitos das Crianças a brincar
CARTA DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS A BRINCAR Por Eduardo Sá in Porto Editora
1.As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr «brincar» a rimar «aprender»). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais.
Brincar só ao fim – de – semana: é pôr uma agenda no lugar do coração.
2.As crianças têm direito a exigir o brincar como o principal de todos os deveres.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula «primeiro, fazes os deveres, e depois brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.
3.As crianças têm o direito a unir brincar com aprender.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga o que se sente com aquilo que se aprende. Quem não brinca, falseia, ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!
4.As crianças têm o direito a não saber brincar.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: Inventa-se, descobre-se, deslinda-se, ou desvenda-se. Brincar é confiar: No desconhecido, no que se brinca e com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.
5.As crianças têm o direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar.
Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos e com o que entendam, por mais que não sejam objectos convencionados para brincar.
Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos a mais brinca-se de menos.
6.As crianças têm direito a desarrumar todos os brinquedos.
(e a arruma-los, de seguida, com um toque… pessoal).
Tem direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, os mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.
7.As crianças têm direito a brincar para sempre.
A infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, Que não há crianças se não houver brincar.
Fonte:
http://mozvoz.blogspot.com/2008/05/carta-dos.html
terça-feira, 1 de junho de 2010
Semana da Criança: Uma comemoração mágica!

Era uma vez um dia muito especial, tão especial que todo o mundo se unia em força para conseguir despertar e manter o sorriso de todas as crianças; das que o são agora e de todas as crianças que mantemos vivas, nestes corpos físicos, rotulados de adultos.
Neste dia brilhante, o planeta Saber & Sorrir descobriu que tinha um tesouro por explorar, uma deliciosa casa de dois pisos, geometricamente semelhante a uma casa das histórias de encantar. Como o nome indica, o exterior salientava-se pela cor amarela, como se de um girassol, realmente, se tratasse. No interior dessa casa mágica viviam umas crianças únicas e especiais que numa soma de minutos contados transformaram sensações infinitas de partilha, diversão, conhecimentos, gargalhadas e sorrisos… Muitos sorrisos!
Os habitantes do Saber & Sorrir tornaram-se mais sábios, mais alegres e mais inspirados com toda a ternura, pureza e alegria que respiraram na casa mágica e nunca vão esquecer estas crianças tão especiais e responsáveis por momentos tão enriquecedores.
Não, este tesouro não é um tesouro escondido nem para esconder, chama-se Girassol e existe na Rua D. João Castro, 115 em Miramar e podem contactar com ele através do geral@girassol.com.pt ou 227 627 637.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Qual o papel da Arte na sua vida?

Maioritariamente admitimos gostar de assistir uma peça de Teatro, por exemplo, recordando até as emoções que sentimos na proximidade com a história, os actores, a vivência mais extrema de cada palavra, gesto, silêncio… Mas como valorizamos esta forma de Arte?
Normalmente não nos lembramos desta hipótese, não é “moda” ir ao Teatro, preferimos o comodismo do nosso sofá ou uma sala de cinema. Não retirando o valor de um bom filme, não será importante diversificarmos as nossas opções, valorizando assim os esforços, por vezes tão intensos, de todos os intervenientes de uma peça?
Ou, quiçá um Concerto, fruto de longas horas de preparação física e emocional dos músicos, onde a música é puramente vivida com o nosso coração, onde cada batida faz o sangue mover, onde a mente se entrega em sintonia perfeita…
Normalmente não nos lembramos desta hipótese, não é “moda” ir ao Teatro, preferimos o comodismo do nosso sofá ou uma sala de cinema. Não retirando o valor de um bom filme, não será importante diversificarmos as nossas opções, valorizando assim os esforços, por vezes tão intensos, de todos os intervenientes de uma peça?
Ou, quiçá um Concerto, fruto de longas horas de preparação física e emocional dos músicos, onde a música é puramente vivida com o nosso coração, onde cada batida faz o sangue mover, onde a mente se entrega em sintonia perfeita…
A lista poderia não ter fim… Uma exposição de Pintura, Escultura… E tantas formas de arte que lutam para não morrer e outras que tentam agora nascer!
Deparamo-nos, por vezes, com divulgações mais escassas, locais mais degradados pelos apoios quase inexistentes… Mas em vez de nos afastar, devemos nos motivar ainda mais, persistir… Como forma de apoio e solidariedade na luta de todos os intervenientes. Sejamos activos que o universo será activo de volta… Não tenhamos medo de sair, conviver, (re)aproximarmo-nos das pessoas porque é desta troca de energia de proximidade que vem a “salvação”… Libertemo-nos da escravidão em que vivemos, ligados ao mundo por quatro paredes fechadas e sinais inviseis de conexão… Tudo na medida certa, equilibrado!
Deixemos abrir as janelas do nosso horizonte porque o pequeno às vezes é mais doloroso do que o longínquo e tentemos “buscar na linha fria do horizonte” o bem-estar e a força necessária para lidar com o dia-a-dia. Porque valorizar a Arte feita por outros é valorizarmo-nos a nós, valorizar uma cultura, um país… Valorizar a própria vida!
Deparamo-nos, por vezes, com divulgações mais escassas, locais mais degradados pelos apoios quase inexistentes… Mas em vez de nos afastar, devemos nos motivar ainda mais, persistir… Como forma de apoio e solidariedade na luta de todos os intervenientes. Sejamos activos que o universo será activo de volta… Não tenhamos medo de sair, conviver, (re)aproximarmo-nos das pessoas porque é desta troca de energia de proximidade que vem a “salvação”… Libertemo-nos da escravidão em que vivemos, ligados ao mundo por quatro paredes fechadas e sinais inviseis de conexão… Tudo na medida certa, equilibrado!
Deixemos abrir as janelas do nosso horizonte porque o pequeno às vezes é mais doloroso do que o longínquo e tentemos “buscar na linha fria do horizonte” o bem-estar e a força necessária para lidar com o dia-a-dia. Porque valorizar a Arte feita por outros é valorizarmo-nos a nós, valorizar uma cultura, um país… Valorizar a própria vida!
Para começar já, seguem algumas sugestões. Desfrute!
- Casa da Música: Clique aqui
- Fundação de Serralves: Clique aqui
- Teatro Campo Alegre: Cique aqui
- Coliseu do Porto: Clique aqui
- TNSJ: Clique aqui
- Teatro do Bolhão: Clique aqui
- Casa das Artes: Clique aqui
e muito mais...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Acid Jazz- So Flute
No tudo que é nada e no nada que é tudo o som ganha forma, ganha vida... o sangue circula de forma diferente... Os pensamentos diminuem... Tudo perde importância... Pequenas coisas ganham mais vida e forma... Encontro sempre nos sons a identificação de mim própria enquanto essência... Cada som no seu momento... E como o "presente" é um belo "presente" a desembrulhar hoje desembrulho este... Porque a partir deste vem um sem fim de sons cruciais... Só fechar os olhos... Sentir... Viajar... E todo o imperfeito vira perfeito...
domingo, 9 de maio de 2010
Desabafo...

Lutar…
Palavra de ordem que acompanha o persistir
E deve seguir diariamente
Para levantar cada vez que se cair…
Difícil… Mas só resta acreditar
Que os frutos vão acabar por surgir
Quando menos esperar…
Tempo de energia transmitir
Para os amigos que estão a precisar…
Mas agora tenho também que criar
Energia para me ajudar
A não afundar…
Não aceito essa hipótese
Não quando tão perto estou de me encontrar
Do meu pleno conhecimento…
De mim própria…
Aprende a respirar…
Deixa a calma entrar…
E deixa acontecer
Tudo o que precisar acontecer…
Porque acredito e continuarei a acreditar
Que eu sou dona de mim e da minha vida
Mas existe energia no ar
A quem tudo é possível transformar…
Como capacidade de unir
Seres improváveis de se (re) encontrar…
Mais leve me encontro
Porque nas palavras tão simples que estão a sair
Vai um pouco da ansiedade
Que me estava a consumir…
Que quis mandar embora
Para recuperar a minha liberdade…
Liberdade de escutar…
Este silêncio que aprendo a respeitar
Dia a dia… onde posso encontrar
A confiança, a força, a motivação
A esperança, a lucidez… a razão!
Enquanto se vai delineando
O esboço da história da minha vida
Que espero contar
…
Onde espero concretizar
Os meus sonhos…
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